
En esta nota de prensa lanzada por la Comisión de Educación del Gobierno brasileño se anuncia la aprobación del proyecto de ley que permitirá y difundirá la lengua internacional Esperanto en la enseñanza media, educando para la Democracia Lingüística al utilizar esta lengua como medio lingüístico comunicativo para paises con diferentes hablas sin que nadie imponga su lengua nacional.
(Tomado de menéame)
Esperanto poderá ser disciplina facultativa no ensino médio
O esperanto – língua artificial criada para facilitar a comunicação internacional – passará a constituir «componente curricular facultativo» da grade escolar do ensino médio, segundo o Projeto de Lei do Senado (PLS) 27/08, de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que foi aprovado nesta terça-feira (15), em decisão terminativa, pela Comissão de Educação, Cultura e Esportes (CE).
Segundo o projeto, que teve como relator o senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), a oferta da disciplina só será obrigatória caso haja demanda que a justifique. Em seu voto favorável, o relator observou que a universalização do conhecimento do esperanto «pode representar um fomento à paz entre as nações».
Votaram contra o projeto os senadores Gerson Camata (PMDB-ES) e Roberto Cavalcanti (PRB-PB). Segundo Camata, trata-se de um «projeto inútil», pois quem aprender o esperanto não terá com quem praticar a nova língua.
A comissão aprovou também parecer favorável ao Projeto de Lei da Câmara (PLC) 48/08, que autoriza a concessão de tratamento especial às estudantes estagiárias grávidas. De acordo com substitutivo apresentado pelo relator, senador Augusto Botelho (PT-RR), as estagiárias grávidas terão direito ao regime de exercícios domiciliares, a partir do oitavo mês de gestação, e à interrupção do estágio. Uma vez concluído o período de interrupção, o estágio prosseguirá nos termos e condições anteriormente ajustados, acrescido do número de dias correspondente ao afastamento.
– Este projeto tem um sentimento humano – disse Botelho.
A senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN) apoiou a proposta, lembrando que ela mesma teve dois filhos durante o período em que fazia o curso de Medicina.
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)